18:03

Orquídeas de MOYOBAMBA

Recebi esta mensagem por e-mail... pps

Moyobamba   cidade do Perú capital do departamento San Martin e da provîncia homônima. Tem cerca de 44 mil habitantes.

 -Alcança teus sonhos.
Sê firme em tuas atitudes e perseverante em teu ideal. Porém sê paciente, não pretendendo que tudo te chegue de imediato. Haverá tempo para tudo, e tudo  que é teu, virá a tuas mãos no  momento oportuno.


-Aprende a esperar o momento exato para receber os beneficios que reclamas. Espera com paciência  que amadureçam os frutos para poder apreciar devidamente sua doçura !
 
-Não sejas escrava do passado e de recordações tristes.
Não revolvas uma ferida que está cicatrizada.
Não rememores dores e sofrimentos antigos.
O que passou, passou!

 -De agora em diante procura construir uma vida nova, dirigida para o alto e caminha para diante, sem olhar para trás. Faz como o sol que nasce cada dia, sem lembrar-se da  noite que passou.
 -Só contemples o objetivo e não vejas que é tão difícil alcançá-lo.
Não te detenhas no mal que porventura  fizeste; caminha no bem que possas fazer.


-Não te culpes pelo que fizeste, mas te decide a melhorar sempre.
 -Vive cada dia, aproveita o passado para o bem e deixa que o futuro
 chegue a seu tempo. Não sofras pelo que vem, recorda que
"cada dia tem sua propria dificuldade”.


-Deixa que o amor te toque e não te defendas dele. Busca  alguém com quem compartilhar tuas lutas; uma pessoa que te entenda, te apoie e te acompanhe nelas e a quem possas te entregar de olhos fechados. 
-Se tua felicidade e tua vida dependem de outra pessoa, desprende-te dela e a ama, sem pedir-lhe nada em troca. 
 
-Aprende a te olhar com amor e respeito, pensa em ti como em algo precioso.
-Esparrama por todas as partes a alegria que há dentro de ti.
-Que tua alegria seja contagiosa e viva para expulsar a tristeza de todos  que te rodeiam.

-A alegria é um raio de luz que deve permanecer sempre aceso, iluminando todos nossos atos e servindo de guía a todos  que se cheguem a nós.


 -Se em teu interior há luz e deixas abertas as janelas de tua alma, por meio da alegria, todos  que passam pela rua em trevas, serão iluminados por tua luz.
-O trabalho enobrece  aqueles que o realizam com entusiasmo e amor.
-Não existem trabalhos humildes. Só se distinguem, uns dos outros, por serem bem ou mal realizados. Dá valor a todo trabalho. 

-Deus nos  criou para realizar um sonho. Vivamos por ele, tentemos alcançá-lo.
-Coloquemos nossa vida nesse sonho e se percebermos que não o atingiremos desse modo, talvez, então,  tenhamos de  fazer uma parada no caminho e experimentar uma mudança em nossas vidas.

-Não te sintas  vencido, pensa que se Deus te deu a vida, é porque sabe que  podes vivê-la. E quando precisares de uma mão amiga, que te conforte, que te ampare, consulta teu coração que ele  mostrar-te-á.
 
-Tú e só tú escolhes a maneira pela qual vais  afetar o coração de outros e essas decisões são do que se trata a vida.E lembras sempre que “es responsável pelo coração que cativas”
 
-Procura “OS TEUS PONTOS FRACOS’ e lembra-te sempre: A decisão final é sempre tua, apesar de apreciares a opinião de cada um.
“A vida é bela para quem a faz bela".
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12:41

Deficiências

DEFICIÊNCIAS - Mário Quintana (escritor gaucho 30/07/1906 - 05/05/1994

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é aquele que não consegue ser feliz com aquilo que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseres problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um de sabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de ajuda.
"Diabético" é aquele que não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com DEUS.

"A amizade é um amor que nunca morre."

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14:08

Valorize a ÁGUA

Você tem o triste hábito de lavar calçadas com a agua potável? Já pensou que, na maioria das vezes, é por preguiça de pegar numa vassoura?

É daqueles que toma banhos demorados ?
Já pensou em construir, em sua casa, um local para reaproveitamento da água do banho para utilizar nas descargas e em outras atividades que dispensem a utilização da água tratada?
Podemos, ainda, pensar no futuro de nossos filhos, netos, bisnetos... O que eles colherão no futuro, NÓS estamos plantando HOJE!
Àqueles que tem condições de interação, objetivando a melhoria da sociedade futura, pedimos que atuem nesta direção.
Àqueles que não possuem meios de interferir politicamente pedimos que participem economizando e espalhando esta idéia!
Afinal, dizer que "não pode fazer nada", é absolutamente impossivel para a nossa realidade!
VALORIZE A ÁGUA!
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21:59

O homem torna-se tudo ou nada, conforme a educação que recebe

'Fingi ser gari por 1 mês e vivi como um ser invisível'
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'.

Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro.
Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.
Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.

'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme.
Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café.
Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto.
Só que não tinha caneca.
Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles.
Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço.
Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta.
E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.
Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins.
Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo.
No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou.
Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central.
Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida.
Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.
Eu tive uma sensação muito ruim.
O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado.
Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de um mês trabalhando como gari?

Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis.
Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro.
É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.
Esses homens hoje são meus amigos.
Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias.
Mudei.
Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.
Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome.
São tratados como se fossem uma 'COISA'.

*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
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13:02

O segredo é ter atitude!

Lucas é o tipo de cara que você  gostaria de conhecer.
Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo  de positivo para dizer.

Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a  resposta seria logo:
"Ah.. Se melhorar, estraga".
Ele era um gerente especial em um restaurante, pois  seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato. Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Lucas  estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia  lhe perguntei:
"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo".
"Como faz isso" ?

Ele me respondeu:
"A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo":
"Lucas, você tem duas escolhas hoje:
Pode ficar de bom humor ou de mau humor.
Eu escolho ficar de bom humor".

Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher  bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido.
Eu escolho aprender algo.
Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar  a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.
Certo, mas não é fácil - argumentei.
É fácil sim, disse-me Lucas.
A vida é feita de escolhas.
Quando você examina a fundo, toda situação sempre  oferece escolha.
Você escolhe como reagir às situações.
Você escolhe como as pessoas afetarão o seu  humor.
É sua a escolha de como viver sua vida.
Eu pensei sobre o que o Lucas disse e sempre lembrava  dele quando fazia  uma escolha.
Anos mais tarde, soube que Lucas um dia cometera um  erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã.
Foi rendido por assaltantes.
Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão  tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo.
Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e  levado para um hospital...

Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de  tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.
Encontrei Lucas mais ou menos por acaso.
Quando lhe perguntei como estava, respondeu:
"Se melhorar, estraga".
Contou-me o que havia acontecido perguntando:
"Quer ver minhas cicatrizes"?
Recusei ver seus ferimentos,  mas  perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do  assalto.
A primeira coisa que pensei foi que deveria ter  trancado a porta de trás, respondeu.
Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei  que tinha duas escolhas:
"Poderia viver ou morrer".
"Escolhi viver"!
Você não estava com medo? Perguntei.
"Os para-médicos foram ótimos".
" Eles me diziam que tudo ia dar certo e  que ia ficar bom".
"Mas quando entrei na sala de emergência e vi a  expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado".
Em seus lábios eu lia:
"Esse aí já era".
Decidi então que tinha que fazer algo.
O que fez ? Perguntei..
Bem. Havia uma enfermeira que fazia muitas  perguntas.
Perguntou-me se eu era
alérgico a alguma coisa.
Eu respondi: "sim".
Todos pararam para ouvir a minha resposta.
Tomei fôlego e gritei; "Sou alérgico a balas"!
Entre risadas lhes disse:
"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um  ser vivo, não como um morto".
Lucas sobreviveu graças à persistência dos médicos...  mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira.
E com isso, aprendi que todos os dias, não importa  como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente.
Afinal de contas,
"O SEGREDO É TER ATITUDE".
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16:51

O Poder da Língua

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois,  descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).
No tribunal, o caluniador disse ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã volte para ouvir a sentença!

O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!

Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!

Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.
No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se...

Quem ama não vê defeitos... quem odeia não vê qualidades e, 
quem é amigo, vê as duas coisas!!!
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23:21

Morrer Lentamente

MORRER LENTAMENTE
 
Morre lentamente quem não sorri para uma nova manhã, quem esqueceu de olhar as estrelas na noite anterior e quem não se encanta com a grandiosidade da natureza à sua volta.
 
Morre lentamente quem não encontra graça em si mesmo, quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
 
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
 
Morre lentamente quem faz da televisão seu guru, ou sua única companhia.
 
Morre lentamente quem não toma iniciativa alguma quando está infeliz com seu trabalho, quem não arrisca nem um pouco que seja, para ir atrás de um sonho.
 
Morre lentamente quem passa os dias se queixando de sua má sorte ou da chuva incessante ou do sol intenso.
 
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, quem não pergunta sobre um assunto que desconhece, ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
 
Morre lentamente quem não mais agradece a Deus pelos filhos que lhe deu, ou pelos pais que o receberam neste mundo.
 
Morre lentamente quem não retribui o sorriso de um bebezinho, e quem não acha fascinante a forma pela qual chegamos todos a este mundo.
 
Morre lentamente quem não abraça, quem não beija, quem não expressa carinho de alguma forma – mesmo que através de um olhar.
 
Morre lentamente quem é adepto de expressões como Este mundo não tem jeito mesmo, ou A coisa está cada dia pior.
 
Morre lentamente quem se desespera com a perda de um amor, e não consegue perceber que há muitos que podem ser amados por nós, e muitos que podem nos amar profundamente.
 
Morre, sem perceber, dia após dia, quem não se dedica à felicidade de alguém, quem não se doa, quem não divide o que tem - material e espiritualmente – com outras pessoas.
 
 * * *
 
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.
 
Estar vivo pressupõe agir, e não apenas reagir. Toda reação é perigosa, pois comumente não passa pelo processamento seguro da razão.
 
Estar vivo implica em fazer avaliações constantes, não avaliações dos outros, mas de nós mesmos e de nosso viver.
 
Quem não se avalia perde grandes chances de se aprimorar, de poder mudar de rumo quando percebe que a direção poderia ser outra.
 
Estar vivo significa: entusiasmo - carregar Deus em nossa alma, levar a certeza de Sua presença em nossas vidas e a vontade de conquistar os altos páramos da felicidade.
 
*  *  *
 
Vivo para que o sol tenha sentido, e é minha luminiscência que ele espelha e devolve ao orbe, agradecido.
 
Vivo para que a chuva lave o ar, e leve volte ao éter com meu perfume elegante, de árvore vigorosa de seiva sã.
 
Vivo para que o amor tenha vazão, e não deseje razão – pois de condição o amar não precisa.
 
Vivo para florescer outros jardins, e sem perceber o meu se abarrota de lírios, ciclames, girassóis...
 
Vivo cada dia como se fosse cada dia. Nem o último nem o primeiro - o único.
 
 
Redação do Momento Espírita com
base em texto de nome Quem morre,
de autoria de Martha Medeiros.
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